domingo, 25 de março de 2012



Quantas chances de viver loucuras memoráveis a gente desperdiça com essa mania besta de pensar?

[Gabito Nunes]

quinta-feira, 22 de março de 2012



“Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem me ame apenas por ela. Há quem não me entende. Há quem nunca tentou. Há quem sempre quis ler-me. Há quem nunca se interessou. Há quem leu e não gostou. Há quem leu e se apaixonou. Há quem apenas busca em mim palavras de consolo. Há quem só perceba teoria e objetividade. Mas, tal como um livro, sempre trago algo de bom em mim.”

terça-feira, 20 de março de 2012



Paciência só para o que importa de verdade.  Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação. Pra enrolação, atalho.

segunda-feira, 19 de março de 2012


Acho que a gente precisa aprender a viver com um pouco mais de leveza. Parar de querer controlar tudo, de querer ter certezas antes de tomar atitudes, de querer que tudo sempre de certo. A vida simplesmente não é assim. Não é feita só de acertos, de sucesso, de decisões certas. Pelo contrário, na maior parte das vezes, ela é toda meio torta, meio confusa, meio descontrolada e, na real, e por isso é tão legal.